E nossos filhos, como ficam?

E nossos filhos, como ficam?

Oiii pessoal..

Hoje de manhã recebi uma notícia muito triste. A “Bibi” era a melhor babá do prédio. Todas as mães que não tinham babá, quando pensavam em contratar alguma, pediram a ela indicação, desde que fosse igual a ela. Ela era carinhosa, atenciosa, se preocupava com a alimentação, ensinava a dividir os brinquedos, a falar direito, se portava muito bem, era simpática, adorava todas as crianças.

Essa pessoa tão especial teve a vida tirada pelo marido, que em seguida também (…). É triste… sempre foi triste assistir coisas assim na televisão, mas saber que a violência está cada vez mais perto é assustador. Antes só saberíamos disso no Cidade Alerta, lembram?  Agora além de estar na Globo, (que hoje noticia e acompanha o julgamento do tal Lindemberg) está também acontecendo ao nosso lado, com pessoas conhecidas. Fiquei muito chateada e com um nó na garganta.

Ela era “babá” dessa amiguinha da Bru antes mesmo dela nascer. Depois, a mãe viajava durante quase um mês, e deixava com a babá e o pai. Essa amiguinha já estava frequentando a escolinha desde o ano passado, e acaba de ganhar uma irmãzinha. Encontramos a Bibi na semana passada, sempre com um sorriso estampado no rosto, e acompanhando a “família postiça” em um passeio à piscina. Agora, a mãe “perdeu” do dia pra noite a babá querida, e tem um filha de 1 ano e 7 meses e um bebê de uns 10 dias pra cuidar. Com certeza vai arrumar outra logo (até porque ela tem uma outra babá  ”de” final de semana), mas não deixa de ser um baita baque.

Claro que quem perde mais ainda é a família da Bibi, mas estou aqui pensando no outro lado… o que sempre me deu medo. A dependência das crianças que são cuidadas por um terceiro. Poderia ter sido um acidente, uma demissão, ou qualquer outra coisa que fizesse com que elas se afastassem repentinamente, mas acho isso tudo muito duro, principalmente por não ter sido assim.

As 2 questões que mais pesaram na minha escolha entre ‘babá’ e ‘escolinha’ quando eu ainda trabalhava foram: primeiro, claro, eu teria que achar uma babá de confiança pois eu não conhecia nenhuma; a segunda era lidar com a dependência da criança com a cuidadora. Não conseguia imaginar que minha filha pudesse pedir o colo da babá e não o meu, ou que a babá soubesse do que minha filha mais gosta e eu não. Falando assim eu pareço uma mãe-super-possessiva-controladora-ciumenta (kkkkkkk), mas não sou não… Só um pouquinho. heheheh

Olha minha cara de ansiosa, comendo os dedos, no primeiro dia de adaptação na escolinha que a Bru frequentou. (Ela foi aos 4 meses e meio e ficou lá durante 5 meses) 

Claro que a babá é uma SUPER “mão-na-roda”, e muitas vezes necessária principalmente quanto temos 2 ou mais filhos, mas ela tem que ser apenas um apoio, uma ajuda. Acho que a dependência não é sadia para nenhuma das partes.

Bom, esse foi o desabafo do dia.  Amanhã a Lili vem com mais um post ótimo sobre Picologia infantil.

Foto: Guia do Bebê

BJOS

Fique com Deus Bibi.


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  1. Cris Guimarães:

    Eu de longe optaria por creche/escola. Não gosto da ideia de ficar dependente de uma pessoa, na mão dela. E tem a questão da criança, da afinidade que se cria e que pode ser rompida repentinamente, sem aviso prévio, seja por uma fatalidade, seja por abandono da própria babá em relação ao serviço.
    #amigacomenta

  2. Fernanda Moraes Thomé:

    Com o filho de uma amiga the minha mae aconteceu esse lance the criança “preferir” a baba á mãe. A historia era tao complicado que aos finais de semana (dias nos quais a mae ficava com o filho), a criança tinha q ir pra casa the baba pq se ficasse com a mãe, o pai e os irmãos, so chorava, nao comia, nao dormia… Imagina o caos?
    Em uma festa na minha casa, presenciei uma cena dessas e de fato é muito triste essa nao identificação com a familia.

  3. Cibele Furlanetto:

    Que chato essa perda da babá.. realmente as coisas ruins estão mais perto do que imaginamos. Quanto a escolha: babá x escolinha estou neste dilema. Vou começar a trabalhar daqui 2 meses e preciso decidir o quanto antes. Minha bebê tem 5 meses e fico com peninha de deixar em escolinha…. tão pequena, e tem a questão da comida que em cada posso controlar mais já que ela estará iniciando as papinhas…. ohh dilema cruel, enquanto isso vou sofrendo com a volta ao trabalho (estou sem a menor vontade, pelo contrário, muito deprimida).

  4. Breno Masi:

    teste

  5. Breno Masi:

    hehe

  6. Christina De Luca:

    Aninha querida, faz tempo que quero deixar meus comentários por aqui, só hoje eu consegui. Parabéns pelo Blog, que está demais! Cheio de dicas antenadas e com o seu carinho em todas as palavras. Boa sorte! Conte comigo como mãe, pedagoga e claro, amiga! Um beijo, Chri

  7. Lilian Britto:

    Quem disse que colocar filhos no mundo é fácil? Mas, se não temos, como sabê-los?
    Acho que um ponto crucial colocado por você, Aninha, é a “falta de tempo” dos pais, o que acabam por transferir os cuidados e a educação para as cuidadoras (babá). Elas são importantes, sim, mas elas simplesmente não pode ocupar o papel de mãe e sim de cuidadores, “mão na roda”, “quebra galho” e muitas vezes “vigia/segurança”. Cabe aos pais saber administrar o lugar que a babá ocupa na família. Se fossemos pensar até no termo em inglês “baby-sitter” (“ficar sentada tomando conta, enquanto os pais não chegam”) acho que este se aproximaria muito mais do propósito de uma babá e não uma “Ama de leite” (que cria filhos alheios). 😉